A troca no comando e a estréia no estadual

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Alô torcida vascaína! O antigo colunista, Rogério, não pôde continuar atualizando o blog. De tanto que eu enchia o saco dele com comentários, acabei sendo convidado a assumir o seu lugar. Não tenho a mesma experiência que ele para falar do nosso amado clube, mas espero poder igualá-lo um dia neste espaço. Para isso, conto com a ajuda de vocês, comentando, criticando, dando sugestões, etc.

Começo minha jornada falando do campeonato estadual. Este que já foi “o mais charmoso do país”, hoje é um circo dos horrores. A política entrou em campo e o campeonato foi inchado. Com isso, os times pequenos não revelam mais bons jogadores e não metem medo nos grandes, que mesmo com seus reservas, passam por cima dos adversários sem dó nem piedade.

E foi isso que aconteceu no domingo. Debaixo de um sol forte em Macaé, o Vasco estreou na competição mais para testar opções para a Libertadores do que preocupado em derrotar o outrora poderoso Americano. O time de Campos tinha como principal estrela o veterano Pachola, de 37 anos. Do lado vascaíno, além do “garoto” Juninho Pernambucano, a torcida ia enfim ver o argentino Chaparro em campo, bem como o lateral Thiago Feltri que, espera-se, irá finalmente acabar com o problema crônico do lado esquerdo vascaíno.

Com Diego Souza oficialmente como atacante (é chamado de meia só por formalidade, já que joga lá na ponta esquerda) e Alecsandro soberano com a camisa 9, o Vasco demorou a entrar no jogo. Até criava boas jogadas, mas não concluía. Com isso, o Americano começou a se engraçar no ataque e aí foi a vez do mito entrar em ação. Dedé se multiplicou na defesa e mostrou por que é o melhor zagueiro atuando no Brasil.

O Vasco não precisou suar muito para liquidar a partida. Fagner foi ao fundo e cruzou na medida para Alecsandro completar, aos 30 minutos. 9 minutos depois, Dedé se aventurou no ataque e deu um passe preciso para Fagner fazer o segundo. E foi só.

Chaparro começou tímido, mas foi se soltando ao longo do jogo e mostrando que pode ser uma boa alternativa no meio de campo cruzmaltino. Thiago Feltri também começou tímido e também foi se soltando com o decorrer da partida. Curiosamente, quando os dois eram os melhores em campo, Cristóvão Borges resolveu tirá-los para testar dois jogadores que também podem ser boas alternativas: Max (lateral que joga nos dois lados) e Jonathan (meia e atacante).

Max entrou bem e não comprometeu, mas Jonathan… o garoto entrou nervoso e não ficou 10 minutos em campo. Após uma disputa na lateral, acertou um tapa no adversário e foi expulso. Se queria mostrar habilidade, vai ter que esperar uma nova oportunidade.

O Vasco venceu, mas é bom Ricardo Gomes voltar logo. Cristóvão parece não ter critério, faz escolhas erradas e não sabe que pode fazer três mudanças por jogo. Fez apenas duas e preferiu deixar Juninho em campo o jogo inteiro, sendo que o Reizinho tem 37 anos e não fez toda a pré-temporada com os demais jogadores.

O próximo jogo do Vasco é contra o Duque de Caxias, no domingo e duas notícias cercam este jogo. A boa é que Rodolfo foi regularizado e já pode estrear na zaga. A ruim é que os jogadores reclamam de salários atrasados e ameaçam não concentrar. Será que a crise da Gávea passou para São Januário?

Começamos com um pequeno bailinho…

Comente:

  • http://twitter.com/rogeriopa rogeriopa

    Oi João, 

    Parabéns por assumir o blog. Vou continuar acompanhando e comentado os seus posts.

  • joao guterres

    Opa, falaí Rogério! Os papéis se inverteram agora. Muito obrigado pela visita e pelo comentário. Continue comentando e mandando sugestões, ok? Aquele abraço!

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Sobre o blogueiro: vasco

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João Guterres é vascaíno. Só isso basta.

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