Garfado pela arbitragem, Palmeiras empata com o líder Fluminojo
De Rodrigo emSet 2, 2010 | EmPalmeiras | Enviar feedback »
E o Palmeiras continua evoluindo, amigos. Quem assistiu ao jogo de ontem na Globo viu um Palmeiras enfrentando o líder do Palmeiras em um nível muito, muito superior. Voltamos do Rio de Janeiro com um empate e um único ponto embaixo do braço, mas se o mundo fosse justo teriamos três pontos na bagagem. Superior em campo, o Verdão mostrou que tem sim potencial para surpreender e alçar vôos mais altos na tabela, para isso basta que o juiz pare de "interpretar" e que as contusões pulem o muro para o outro CT. É incrível, parece que contra o Palmeiras só é falta se sair sangue, meu Deus!
Começamos em um jogo um pouco mais retranqueiro, apertando e aproveitando o erro do adversário. Quase marcamos desta forma, quase. Logo depois tomamos um gol numa bobeada da nossa defesa, lance de puro azar. Em seguida, amigos, e até o final do jogo, só deu Palmeiras. Colocamos pressão no Fluminojo, deixando claro que não eramos um saco de pancada como eles entraram em campo pensando que fossemos.
Finalmente o Felipão parece que conseguiu dar jeito no nosso time, unificando os setores. Zaga sólida, meio campo refratário e ataque aguerrido. A única dificuldade que eu ainda sinto no time é a ligação entre o meio-campo e o ataque, que no jogo de ontem ficou dependendo de volantes, pois nosso médio de qualidade, Lincoln, ainda está machucado. Com isso resolvido, vejo boas possibilidades para o elenco. Aliás, devo ressaltar algo: que monstro que é o Marcos Assunção, meu Deus! Que volante que é o Edinho, que quase foi parar no Fluminense mas resolveu ficar em casa. Como disse o Conrado, a atuação ontem do Marcos Assunção deve ter deixado o Valdívia um pouco preocupado, afinal o chileno ontem jogou no ataque, cedendo posição para o nosso batedor de faltas.
Tem que querer ganhar!
De Fernando emSet 2, 2010 | EmInternacional | 1 Feedback »
O futebol é uma coisa engraçada. Muito engraçada. Mesmo um time que é campeão de tudo, e se prepara para ser de novo, às vezes comete erros infantis.
Ontem o Inter empatou com o Vitória. A despeito do nome, o Vitória pediu para perder. Principalmente no primeiro tempo. O Inter não quis ganhar, chutou por cima uma infinidade de vezes, namorou sem beijar.
Rafael Sóbis marcando adversários e armando jogo no meio de campo, enquanto Leandro Damião ficava isolado na área. Tinga correndo feito um louco, de um lado para o outro, sem nenhum resultado prático. Uma usina para acender uma lâmpada.
Tá certo, faltaram Guinazu e D`Alessandro pra dar consistência e organizar o meio de campo. Mas outras soluções estavam à disposição: Andrezinho poderia ter entrado mais cedo no jogo. Aliás, o Giuliano, mesmo escalado desde o início, também poderia/deveria ter entrado no jogo. Acho que esta indefinição, se é titular ou não, vai acabar prejudicando seu futebol. Os melhores têm que jogar, sempre. Se for necessário, mesmo em outra posição. Sou do tempo em que craque brincava nas onze!
Mas o Inter vai chegar lá. Vou seguir secando Flu e Corinthians (este com um certo prazer em secar). Devagar, ajustando o time para dezembro em Abu Dhabi, o Colorado vai chegar ao topo da tabela do Brasileirão, onde é seu lugar. Aliás, o lugar do Inter é o topo do mundo!
Brasil sofre segunda derrota e complica próxima fase
De De Lucca emSet 2, 2010 | EmBrasil, Eslovênia, Estados Unidos, Argentina, Basquete | Enviar feedback »

Foi por pouco, fellas! Mais uma vez, por muito pouco. Há 2 dias perdemos para a temida seleção norte americana que, é verdade, não jogou com estrelas como Kobe Bryant, Lebron James, Dwyane Wade e Carmelo Anthony. Isso, convenhamos, é digno de nota, mas como todos sabem, apenas 3 pontos nos separaram da vitória.
Já no jogo de hoje contra a Eslovênia, um adversário teoricamente mais fraco que tomou um chocolate dos norte americanos, somado ao retorno do nosso astro Andersão Varejão, todos nós esperávamos uma vitória, certo? Ainda mais tendo em vista que uma vitória contra os eslovenos nos levaria a uma próxima fase contra inexpressivas seleções como Austrália e Angola.
Mas a experiência brasileira pareceu ser mais compatível com o estilo de jogo norte americano do que europeu. Com certeza a experiência de NBA dos nossos jogadores contou mais, assim, quando pegamos um time europeu bem armado nossa defesa sofreu uma verdadeira pane e passamos a maior parte do jogo com uma larga distância no placar. Para piorar, Varejão estava nitidamente fora de forma e preocupado com sua contusão.
Gosh! Tivessemos jogado o tempo inteiro como nos dez minutos finais e o jogo seria facilmente nosso. O Brasil perdia por 17 pontos de diferença e chegou a encostar por 2. Mas não foi suficiente e perdemos de 80 a 77. Bad, bad, bad.
Fato que na tarde do dia 2 de Setembro, mais precisamente às 15:30, enfrentaremos mais uma forte seleção européia, a Croácia. Temos mais do que a obrigação de ganhar! E iremos. Aí então pensaremos na próxima fase, onde teremos o perdedor do duelo entre Sérvia e os nosso queridos hermanos argentinos.
E você pode até pensar "Que venham os argentinos, fregueses de sempre!", mas saiba que no basquete a freguesia se inverte um pouco. Isso sem contar que os caras estão com 2 jogadores pegando fogo: Carlos Delfino, do Milwalkee Bucks e Luis Scola, do Houston Rockets.
Mesmo assim, diante de tantas adversidades, eu ainda boto fé no nosso time. E acho que faremos um ótimo Mundial, no final das contas!
Let's go Brasil!!
Guilherme De Lucca (@guidelucca)
Parabéns, Corinthians! 100 anos de história
De Rodrigo emSet 1, 2010 | EmCorinthians | Enviar feedback »
“O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time"
Miguel Battaglia, primeiro presidente do Corinthians
Hoje é dia de sair por aí e comemorar o nosso dia. De vestir a camisa, mas não qualquer camisa – aquela, especial, toda branca ou alvinegra. De desfraldar as bandeiras – pequenas ou grandes – que todos temos em casa.
É dia de ver que há uma multidão nas ruas, unida por uma mesma paixão. De cumprimentar aquela pessoa que passa por você, nunca te viu, não te conhece, talvez jamais veja de novo na correria da cidade grande, mas que está para sempre ligada a você. Não te conhece, mas te reconhece pelos detalhes: a roupa, o sorriso, a fé estampada no olhar.
Hoje é aquele dia em que os outros – os homens de pouca fé – não entendem a alegria que a gente sente. A alegria de pertencer a um grupo que nasceu pequeno, pobre, pelas mãos de operários do Bom Retiro, à luz de um lampião, mas que tornou-se uma massa capaz de parar a maior cidade da América Latina.
Ambulatório Red Sox
De miudovisk emSet 1, 2010 | EmMemória da Bola, Baseball | Enviar feedback »
Boston vive uma situação complicada nesse final de temporada. Com um time praticamente reserva, vem fazendo milagres fazer atingir a marca considerável de 74 vitórias e 58 derrotas. Pra se ter uma idéia, essa é o mesmo record do Philadelphia Phillies, time do momento da MLB que está redondo após a volta de Chase Utley. A situação complicada dos meias-vermelhas se dá pelo fato do alto número de jogadores contundidos. E nomes importantes estão na enfermaria como o capitão Kevin Youkilis, o center field Jacoby Ellsbury, o arremessador de mísseis Daisuke Masuzaka. Todos titulares que fazem uma falta enorme ao plantel dos Red Sox. Mas talvez a principal ausência seja a de Dustin Pedróia. O Segunda Base vivia umas das melhores fazes da sua carreira até sofrer uma cirurgia após quebrar o pé num jogo contra os Giants de San Francisco no mês de junho. Desde então a performance do time caiu, mas não tanto quanto o esperado. Porém, não o suficiente pra acompanhar Yankees e Rays que brigam jogo a jogo pelo título da Liga Americana. A não ser que ocorra aquele milagres de final de temporada pra tirar os 7 jogos de diferença para os rivais, infelismente para nós, torcedores de Boston devem assistir de casa aos Playoffs dessa temporada da MLB.
Marcelo Mendonça
(Que acredita que um milagre desses acontecerá assim que a Paris Hilton for eleita Prêmio Nobel de Física)
















