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O gol do Caveirão tem nome: “Chupa Muricy” (foto: Fluminense oficial)

Ah, como foi bom aquele sábado. Enquanto o Frejat cantava Bete Balanço no Rock in Rio (em um dos poucos momentos de rock no festival), o Flu arrancava aquele sorrisinho irônico da boca do Muricy. No começo parecia que mais uma vez a justiça viraria as costas para o futebol e faria o criador de ratos feliz, mas no seu futuro duvidoso, onde se via grana também se via dor. Assim, o Flu deixou para dar o golpe final pra lá do fim do jogo e garantir a punição da bola.

Vejo muitos santisas reclamando dos tricolores e também torcedores de outros times nos acusando de “dor-de-cotovelo”. Eles simplesmente não entendem pelo o que passamos. Da destruição de um sonho de Libertadores à humilhação pública. Um semestre inteiro jogado fora pora causa de um homem que quer dar exemplo aos seu filhos, mas que não pratica o que fala. Como já me cansei de falar, nada contra o Santos, mas tudo contra o Muricy. Incrível como dois (vocês sabem a quem também me refiro) heróis de 2010 conseguiram se tornar vilões em 2011.

Mas tudo bem, chega disso. O resultado foi justo e a verdade é que seria muito errado se o jogo acabasse com um empate em Volta Redonda. Eu até entendi todos que vibraram com a entrada violenta do Digão, mas concordo com o Abelão ao criticar a atitude. Vencemos com uma cabeçada de quem entrou devido à expulsão, mas e se fosse diferente? Se por um jogador a menos levássemos dois gols? Haveria faixas nas Laranjeiras pedindo a cabeça do estabanado Digão.

Quem vem lá?

Com a justiça feita na rodada passada, agora é hora de quebrar um chato tabu na próxima. Estamos para completar um ano sem vencer um clássico. Nossa última vitória foi contra o Vasco, 1×0 em 2010. Chegou o momento perfeiro para vencer de novo. Com uma vitória em cima do flamengo, colocamos o pé na cabeça deles para servir de impulso e também para empurrá-los para baixo. Eles jogarão sem seus principais butineiros e sem o Ronaldinho Gaúcho. Claro que já sabemos que em fla-Flu pouco importa quem joga, quem dá o tom são as camisas. Mas é uma oportunidade incrível.

Espero que o Engenhão, machucado por uma apresentação menor, seja palco de um show tricolor.

 

ST!

 

Em tempo:

- O Flu deve mandar mais jogos em Volta Redonda? O Gramado do Raulino está tão ruim quanto o do Engenhão. Quando ofereceram estádios para o Fluminense utilizar fora da cidade do Rio, uma das desculpas da negativa foi o afastamento da torcida. Mas acontece que funcionou ao contrário. Acho que vale tentar.

- Mesmo com a fissura descartada, ainda temos que torcer para que o Cavalieri fiquei 100%. Pancada na costela é uma coisa muito complicada.

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Sobre o blogueiro: Rods

Rods
Redator publicitário, amante do rock and roll e tricolor muito são, pois doente é quem não torce pelo Flu!

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